Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 2)

Enquanto em 5 de setembro ainda era possível parar o ataque inimigo, no dia seguinte a defesa polonesa quebrou. O comandante-em-chefe, marechal Śmigły-Rydz, ordenou que a unidade do SGO Wyszków, sob Kowalski (as 1ª e 41 de Infantaria, essa última do general Piekarski), então estacionadas nos subúrbios de Pułtusk e Różan, mantivessem o setor seguro de modo que uma retirada para o oeste, na direção do Narew, pudesse ser realizada caso a pressão do inimigo não fosse contida. Continuar lendo Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 2)

Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 1)

Afoito, quase desesperado, o soldado de artilharia Seweryn Biegański pedala furiosamente pela estrada que atravessa a floresta, rumando na direção de Góra Strękowa, 36 km ao sul. Ele saiu do Forte Osowiec, cidadela que se manteve inexpugnável por seis meses e meio na I Guerra e não foi tomada pelos alemães nem mesmo com o uso de armas químicas. Tem pressa e precisa ter mesmo. É manhã de 10 de setembro de 1939, décimo dia da invasão alemã à Polônia, e Biegański leva uma mensagem ao capitão Władysław Raginis, comandante do setor Wizna. Continuar lendo Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 1)

Gengis Khan e a “Batalha Ar-Terra” do Século XIII

Há um grande debate sobre qual indivíduo ou organização militar primeiro desenvolveu e empregou a guerra de manobras. Este artigo aponta mais um candidato e afirma que Gengis Khan e seu exército mongol do século XIII foram os primeiros praticantes bem-sucedidos do que hoje é conhecido como “Batalha Ar-Terra” Continuar lendo Gengis Khan e a “Batalha Ar-Terra” do Século XIII

Boa informação ganha batalhas e alavanca negócios

A informação de qualidade é essencial para a tomada de decisões seja na política, na guerra ou no mundo dos negócios. Para ser considerada de qualidade, a informação deve ser verificada, cruzada e validada. Sua fonte deve ser confiável. Seu preço poderá ser caro – mas quanto custa a recuperação de um desastre causado por uma decisão tomada com base em informações incorretas, falsas ou equivocadas? Continuar lendo Boa informação ganha batalhas e alavanca negócios